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O Chivas jogou com a mesma escalação mas com uma postura totalmente diferente. Marcou pressão as jogadas coloradas, e saiu mais pro ataque. O Inter teve grandes chances de abrir o placar, mas não fez, e um dos castigos mais certos do futebol aconteceu: Quem não faz, leva. O Chivas fez 1x0 aos 42 minutos num belo gol de Fábian.
Veio o intervalo, e Celso Roth deu o choque que precisava para que o Inter acordasse. O colorado voltou com o mesmo time, mas com outra vontade, e partiu pra cima do Chivas, ali o torcedor viu que o gol era questão de tempo. E ele veio, e mais dois vieram também.
Primeiro com Rafael Sobis aparando perfeito lançamento de Kléber, quando o relógio marcava 16 minutos da etapa final. Na disputa de bola, Sobis acabou machucando-se e será avaliado pelo Departamento Médico do Inter. O segundo gol veio justamente do substituto de Rafael Sobis. Leandro Damião em uma arrancada fulminante, e muito rápida, apareceu na cara do gol e tocou na saída do goleiro, eram 30 minutos do segundo e o Inter estava virando o jogo no Gigante. Mas faltava algo. O gol de alguém que vinha marcando gol em todos os momentos especiais do Inter. E ele veio. O Predestinado Giuliano fez o terceiro gol colorado, um golaço, aos 45 minutos.
O segundo gol do Chivas não fez diferença nenhuma. O torcedor já cantava Bicampeão. No final, Inter 3 x 2 Chivas. E agora, é Mundial de Clubes da FIFA.
Parabéns torcedor colorado.

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